| Emprego mantém alta em Osasco |
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Em agosto, foram geradas 958 vagas com carteira de trabalho assinada no mercado de trabalho da cidade. Acumulado do ano está em 7103 novos postos O mercado de trabalho de Osasco continua em expansão. Relatório elaborado pelo Observatório do Trabalho de Osasco e Região, parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão da Prefeitura e o Dieese (Departamento Intersecretarial de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos) aponta que, no mês de agosto, foram criadas 958 novas vagas de emprego com carteira assinada na cidade, mantendo trajetória positiva iniciada em fevereiro. A pesquisa tem como base o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Embora tenha sido ligeiramente menor que o de julho, quando foram geradas 1.049 vagas, o desempenho de agosto é 9 vezes superior ao registrado em igual período do ano passado, quando foram abertos 168 novos postos. “Além disso, entre janeiro e agosto desse ano, a cidade mantém uma média mensal de 888 novas vagas, volume bem superior aos 274 novos postos de trabalho gerados mensalmente no mesmo período de 2006”, explica a secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão, Dulce Helena Cazzuni. Até o mês de agosto de 2007, é estimada uma expansão do emprego formal no município, da ordem de 9,7% sobre dezembro de 2005. Somente nos primeiros oito meses do ano, a alta acumulada atinge 6,3%. Nos últimos doze meses o saldo de empregos formais no município atinge a taxa de crescimento de 7,5%. A Administração Pública foi o setor que mais contribuiu para o resultado favorável no mês passado, com saldo de 447 novas vagas. “Serviços e Comércio foram outros setores importantes, com saldos de 317 e 241 novas vagas, respectivamente. Já a Indústria de Transformação teve saldo negativo, mas soma 983 novas vagas no acumulado do ano”, completa a secretária. Balanço O Observatório também traçou um perfil detalhado do mercado de trabalho da cidade para o julho deste ano, também tendo como base o Caged. Nesse período, Osasco registrou a geração de 1049 novas vagas, um aumento de 41,8% sobre o resultado de junho de 2006, quando foram abertos 740 postos. Esse desempenho também reverteu o quadro negativo de julho do ano passado, quando houve fechamento de 39 postos de trabalho. Em julho, a Administração Pública liderou a criação de novas vagas, com saldo de 549 postos (52,3% do saldo total). “O Comércio Varejista aparece a seguir, com a criação de 170 vagas. Outros subsetores que apresentaram resultados relevantes foram a Construção Civil (com saldo de 101 vagas), Comércio Atacadista, com a criação de 87 postos, Serviços de Alojamento e Alimentação, que gerou 64 vagas, Indústria Elétrica e Eletrônica, com saldo de 52 vagas, Serviços Técnicos Profissionais, com 47 postos, Indústria de Alimentos e Bebidas, com 42 vagas, e a Indústria de Material de Transporte, com 23 vagas”, relata Dulce. Na análise por tamanhos dos estabelecimentos, aqueles com mais de 1.000 empregados foram os que mais criaram vagas, com a geração de 660 postos de trabalho. “Esse número representa aumento em relação a junho, quando foram criadas 389 vagas, e uma grande melhora em relação a julho de 2006, que registrou fechamento de 300 vagas”. Em relação ao gênero, a movimentação do emprego no município de Osasco mostra que os homens foram os mais beneficiados pela criação de vagas, com um saldo de 635 vagas, enquanto que as mulheres tiveram saldo de 414 vagas no mesmo período. Quando se observa a faixa etária, os trabalhadores entre 18 a 24 anos ficaram com a maioria das novas vagas: 456. Em seguida aparecem aqueles com 25 a 29 anos, com saldo de 172 vagas. “Por outro lado, a faixa etária que engloba os trabalhadores com 65 anos ou mais foi a única a apresentar saldo negativo, de 4 vagas fechadas”, analisa a secretaria. Na comparação por grau de escolaridade, as pessoas com Ensino Médio completo continuam a ser as grandes beneficiadas. “Foram criadas, nessa faixa, 666 vagas, o que representa 63,5% do total”, acrescenta. O grupo de trabalhadores com grau de instrução superior completo também apresentou saldo relevante, com 115 postos de trabalhos criados. Outros destaques foram aqueles com 4ª série incompleta, com saldo de 96 vagas, 8ª série Incompleta, com a geração de 65 postos de trabalho e Ensino Médio incompleto, com saldo de 64 vagas. Com relação às faixas de salário mínimo, a concentração de vagas aconteceu entre 1,01 a 1,5 salários mínimos e 1,51 e 2 salários mínimos, com a abertura de 686 e 353 vagas, respectivamente.
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