| Itapevi Não corre risco de epidemia de Febre Amarela |
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A Região Oeste da Grande São Paulo – incluindo a cidade de Itapevi – não está na área de possível contaminação do vírus da febre amarela, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). De acordo com a entidade, as áreas mais preocupantes são as regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, além de áreas nos estados de Minas Gerais e Maranhão. No âmbito do Estado de São Paulo, municípios ribeirinhos ao rio Grande e ao rio Paraná (fronteiras com Minas Gerais e Mato Grosso do Sul) estão sob vigilância dos órgãos de saúde, com o intuito de barrar o avanço da doença. Ainda assim, a Prefeitura de Itapevi mantém seus profissionais em estado de atenção, não apenas com relação à febre amarela, como outras doenças, a exemplo da dengue. “Nossa preocupação é com relação às pessoas que forem viajar às áreas de risco de contaminação. Quem for visitar tais localidades devem procurar com antecedência a Unidade de Saúde que dispõe da vacina”, ressalta o diretor de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Itapevi, Ubiratan Carvalho. “É importante salientar que somente as pessoas que forem viajar a estas áreas devem ser imunizadas e com dez dias de antecedência, para que a vacina tenha efeito”, reforça. A Unidade Básica de Saúde Santa Rita II é o posto da cidade de Itapevi que dispõe do medicamento. A aplicação da vacina é realizada às sextas-feiras e no procedimento, o usuário responde um questionário sobre destino e duração da viagem. A unidade é localizada na rua Alcides Cotrin, s/n.º - Jardim Santa Rita. A vacinação é aplicada em qualquer pessoa, a partir dos nove meses de idade, que ainda não tenha sido imunizada ou que sua imunização já tenha sido feita há mais de dez anos, sendo contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo. FEBRE AMARELA A ANVISA esclarece que a febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), de gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela (o arbovírus do gênero Flavivirus), que ocorre na América do Sul e na África. A doença é transmitida pela picada de mosquitos infectados com o vírus, e não é transmitida de pessoa para pessoa. Os sintomas da febre amarela são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). O tratamento da doença é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva. Se o paciente não receber assistência médica, ele pode falecer. Atualmente, o vírus da febre amarela circula apenas nas áreas de matas. Não há registro de casos urbanos desde 1942. Por uma ação preventiva, o Ministério da Saúde acompanha todas as mortes registradas de macacos, que são os hospedeiros dos vírus. No final de dezembro, registrou-se morte de macacos próximos de cidades do Distrito Federal e de Goiás. As autoridades, antes dos resultados de exames laboratoriais, chamaram a população para se vacinar, com o objetivo de proteger a população antecipadamente. De acordo com o Ministério da Saúde, o risco de haver uma epidemia em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro é pequeno, em função das ações do Governo Federal em se imunizar as populações das regiões atingidas. |
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No entanto, a Prefeitura mantém estado de atenção contra doenças no município e realiza imunização de pessoas que forem viajar às áreas de risco.

